CaminhADA: uma leitura situacionista sob a perspectiva da mulher
Palavras-chave:
Feminismo, situacionismo, direito à cidade, caminhar.Resumo
O trabalho se propõe a revisitar teorias situacionistas de transformação urbana e apropriação do espaço público sob a ótica da desigualdade de gênero, especificamente através da perspectiva da mulher. O objetivo é explorar o caminhar feminino como um ato político: usando experimentações psicogeográficas nos trajetos cotidianos de duas mulheres paulistas e intervenções pontuais na paisagem urbana com aplicação de cartazes. Através de ambos (trajetos e cartazes) pretende-se provar os limites do conceito liberal de universalidade dos cidadãos e delinear em que níveis a desigualdade de gênero cerceia o direito à cidade daqueles que não se encaixam no padrão de cidadão ideal. Assim o trabalho questiona de que maneira a arquitetura é capaz de gerar debates horizontais que reaproximem sociedade e política à luz das questões de gênero, raça e classe que ainda restringem o pleno direito à cidade.
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