O direito à cidade “no truque”: As resistências das trabalhadoras sexuais travestis e transexuais no bairro Santa Branca em Belo Horizonte

Karina Dias Gea, Letícia Cardoso Barreto, Lisandra Espíndula Moreira

Resumen


O presente artigo apresenta reflexões sobre as estratégias de resistência na luta pelo direito à cidade de trabalhadoras sexuais transexuais e travestis do bairro Santa Branca, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Estas são relacionadas ao contexto socioespacial diante das intervenções urbanas nesse território de prostituição e nas disputas de poder entre os diversos sujeitos do bairro entre 2012 a 2018. Por meio das perspectivas feministas sobre direito à cidade e com uma inspiração etnográfica, propomos colocar em questão as ferramentas metodológicas e teóricas de modo a tornar visível a heterogeneidade das formas de suas participações políticas. Essas sujeitas, ao transformarem a paisagem urbana, evidenciam a parcialidade da lógica urbanística desta capital, estabelecem também relações sociais e políticas de resistências.

Palabras clave


Prostituição; direito à cidade; resistência; feminismo.

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URBS. Revista de Estudios Urbanos y Ciencias Sociales ISSN: 2014-2714. Universidad de Almería, Almería